Obras da Colecção da Fundação PLMJ
Aquisições recentes
Obras de Adriana Molder, Ana Bezelga, Ana Cardoso, Carlos Lobo, Cecília Costa, Célia Domingues, Daniela Krtsch, David Etxeberria, Eduardo Matos, Frederico Fazenda, Inês Botelho, Isabel Simões, João Belga, João Marçal, Marco Pires, Margarida Paiva, Mariana Ramos / Tiago Madeira, Marta Sicurella, Nuno Ramalho, Nuno Sousa Vieira, Patrícia Sousa, Pedro Valdez Cardoso, Raquel Gomes, Raquel Mendes, Rita Sobral Campos, Rodrigo Oliveira, Susana Barros, Susana Gaudêncio, Tânia Bandeira Duarte, Teresa Henriques
Sob comissariado de Miguel Amado, colaborador da Fundação PLMJ, a edição de «Opções & Futuros» relativa a 2005 mostra trabalhos de 30 artistas realizados em meios de expressão como a pintura, o desenho, a escultura, a fotografia e o vídeo. Dada a pluralidade de autores, percursos e posturas técnicas e estéticas, traça-se uma panorâmica das tendências criativas manifestadas no nosso país nos nossos dias. Na medida em que as obras expostas pertencem ao acervo da Fundação PLMJ, revelam-se as apostas por si efectuadas ao longo dos últimos anos. Este gesto traduz-se pela própria expressão que define os propósitos do projecto, na medida em que «Opções & Futuros» constitui um instrumento jurídico-financeiro actual que enuncia um atitude prospectiva e um sentido de risco.
Inauguração a 12 de Janeiro entre as 19H00 e as 23H00
Até 4 de Março
Opçoes & Futuros na Galeria Arte Contempo
Porto e os artistas#1

Novo espaço de mostra de arte muito peculiar no Porto - Mad Woman in the Attic - título homónimo do livro de critica literária feminina de Sandra M. Gilbert e Susan Gubar.
Situado na R. Alves Redol, Nº407, 5ºDto, (casa do André Sousa) esta galeria não convencional é uma cave no sétimo andar de um prédio habitacional .
No meu caso eu recebi um papel antes de entrar na cave completamente escura, mas não sei se vai estar escura no próximo projecto e não sei se vai haver papelinho.
Recomenda-se uma francesinha no Buffet D'Oiro logo a seguir!
Pode-se ir ver a instalação sonora de Christine Fowler até ao dia 9 de Novembro que também tem um vídeo incluído no ciclo "Sem Gerações" do Festival Número, no Teatro Taborda.
Sem Geraçoes Video Art Screen

In Spaces Between / Ana Bezelga (Fundação PLMJ)
SEM GERAÇÕES :: Teatro Taborda :: Festival Número.
A exibição dos vários traballhos contidos neste “Video Art Screen” foram compilados pela Editora Variz e conta com vários artistas nacionais vindos de diferentes campos criativos (da dança, performance, artes plásticas, design, música e arquitectura, etc.). Ana Bezelga, Ana Borralho + João Galante, António Caramelo, Christine Fowler + André Sousa, Fernando Fadigas, Frau Muller, Gustavo Sumpta + Ivan, João Carrilho, João Vinagre, MIGSO, Pedro Barateiro, Pedro Cabral Santo, Pedro Pereira, Rui Viana + Tiago Costa Jorge, Sandra Dias.
8 a 13 de Novembro no Teatro Taborda
Carlota performa

Performance de Carlota Lagido no dia 9 de Novembro às 22h00 no Teatro Taborda, inserida na programação do Festival Número.
Querida Lagido, o "BOTOSHOP" ficou perfeito!
Lawrence Weiner
"Broken Off"
02:00/1970
"In this video, the artist states that a public work demonstrates what qualifies as art within his conception. Like Beached, it was also shot in a marshy area near the sea and in sequences separated by dissolves. One sees five different actions related to BROKEN OFF. The artist breaks a tree branch, scrapes and kicks the ground with his foot, snaps a stick in two on a fence, scrapes a stone with his fingernail. At the end he pulls the line plug from the video, drawing attention to the mechanics of the medium." www.vdb.org
Lumpen Trio na Gulbenkian #2

Lumpen Trio (António Chaparreiro: guitarra eléctrica; Jorge Serigado: baixo
eléctrico; Miguel Sá: sampler)
Instalação Vídeo (Ana Bezelga)
O terceiro concerto dos Lumpen Trio com uma instalação vídeo que consiste na sobreposição da filmagem de um ensaio realizado previamente, num concerto destinado ao público. As figuras com mãos e cabeças de recorte digital são projectadas sobre os músicos, vestidos de branco, para absorverem os seus duplos. Como se de um exercício de geometria descritiva audiovisual se tratasse, existe um músico e a sua projecção - M. e M.1
Obrigado Sirrr Ludger Lamers.
Revisitations
Exposição de Christoph Girardet e Matthias Müller no espaço da Solar - Galeria de Arte Cinemática. Paralelamente foi organizado um ciclo de filmes dos dois artistas que decorreu na Cinemateca . Obrigada Monsieur Godinho pelo convite para uma das sessões, na qual fiquei a conhecer o trabalho destes costureiros de cinema.
Lumpen Trio na Gulbenkian #1
IMAGENS PROJECTADAS / 3, 4 e 5 de Novembro 2005
Sala Polivalente do Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian
O projecto "Doubling or Nothing" assenta na sincronização visual e sonora de tempos e percepções diferentes, introduzindo deste modo na improvisação-arte do único e do irrepetível - uma memória e uma história como elementos estruturantes sujeitos à reavaliação crítica do refazer. A uma gravação sonora e visual de um concerto sem público sucederá a apresentação públicade outro concerto, na qual o trio executará uma improvisação musical sobre o resultado do primeiro concerto, e em que a gravação visual desse primeiro concerto será projectada sobre os músicos. Deste modo, o processo de gravação, logo registo, marcação temporal de todo o processo de improvisação, se, por um lado, dispersa a sua nomenclatura, por outro, ao ser objecto de uma reimprovisação, reequaciona as margens do improviso, e da sua temporalidade diversa tanto ao nível da estrutura sonora como da construção da imagem. A natureza temporal da imagem é colocada em diálogo com a temporalidade musical, inserindo aparentes marcas de duplo, colocandoo espectador na fronteira entre o original e a repetição, e no modo como amúsica e a imagem podem desenvolver paradigmas dessa dualidade.
Anteriores concertos: Restart e museu do chiado
'What is an Author?'#1
Michel Foucault (1926-1984)
'Existencialism, indeed artistic Modernism in general, privileged the author.'º
Excertos:
'The coming into being of the notion of "author" constitutes the privileged moment of individualization in the history of ideas, knowledge, literature, philosophy, and the sciences.(...) it performs a certain role with regard to narrative discourse, assuring a classificatory function. The author's name serves to characterize a certain mode of being of discourse: the fact that the discourse has an author's name, that one can say 'this was written by so-and-so' or 'so-and-so' is its author.(...) it is a speech that must be received in a certain mode and that, in a given culture, must receive a certain status.
A private letter may well have a signer - it does not have an author; a contract may well have a guarantor - it does not have an author. An anonymous text posted on a wall probably has a writer - but not have an author.
The author-function is therefore characteristic of the mode of existence, circulation, and functioning of certain discourses within a society.
º_the organizor
Lonely Hearts Club Band
"Quando o cubismo começou a ser conhecido, falava-se sobretudo de Metzinger. Ele explicou o cubismo enquanto Picasso nunca explicou nada. Levou-se alguns anos para se dar conta de que não falar era melhor do que falar demais."
Marcel Duchamp
Doubling or Nothing no Museu do Chiado
DOUBLING OR NOTHING
LUMPEN TRIO + ANA BEZELGA
Sexta-feira, 14 Outubro 2005, 19h, Sala Polivalente
O projecto assenta na sincronização visual e sonora de tempos e percepções diferentes introduzindo, deste modo, na improvisação arte do único e do irrepetível uma memória e uma história como elementos estruturantes sujeitos à reavaliação crítica do refazer. O refazer faz-se fazer. A uma gravação sonora e visual de um concerto sem público, sucederá a apresentação pública de outro concerto, na qual o trio executará uma improvisação musical sobre o resultado do primeiro concerto, e em que a gravação visual desse primeiro concerto será projectada sobre os músicos.
Deste modo, o processo de gravação, logo registo, marcação temporal de todo o processo de improvisação se por um lado dispersa a sua nomenclatura, por outro ao ser objecto de uma reimprovisação, reequaciona as margens do improviso, e da sua temporalidade diversa tanto ao nível da estrutura sonora como da construção da imagem. A natureza temporal da imagem é colocada em diálogo com temporalidade musical, inserindo aparentes marcas de duplo, colocando o espectador na fronteira entre o original e a repetição, e no modo como a música e a imagem podem desenvolver paradigmas dessa dualidade.
António Chaparreiro / guitarra
Jorge Serigado / baixo
Miguel Sá / sampler
Ana Bezelga / vídeo
SuperStereoDemo2005
Pandemia Visual#1
um pesadelo...
Os Stalker são os guias aventureiros que conduzem as pessoas através da Zona em direcção a uma misteriosa Sala, ou câmara de desejos, onde, supostamente, os desejos mais profundos são concedidos.
Sonho#1: Câmara de selecção de amantes dos feudalistas da Zona. Armazenamento de instrumentos do campo afiados e pontiagudos na antecâmera que divide dois morros. As senhoras tentavem saltar de um lado para o outro e algumas caíam, sendo perfuradas pelos objectos.
Pesadelo influêncienciado pela conversa sobre a identificação do posicionamento dos leques...
No reinado de Lu�is XIVo leque foi considerado pela corte objecto indispensá�vel �de eleg�ância, tendo variado de tamanho e na originalidade de feitios.


